Ga31 – Totalmente Lésbica

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Este tópico contém respostas, possui 3 vozes e foi atualizado pela última vez por  Dani Camel 3 meses, 3 semanas atrás.

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    [email protected]

      Participante

      Alguém já escutou as músicas da Ga31? Bora comentar?
      Elas trazem a tona temas dos feminismos, das lesbianidades, liberias /progressistas.
      O som é eletrônico e óbvio que não podia não falar de lesbianidade. Risos.
      Embora essas músicas tentem desmistificar a sexualidade feminina, elas de certa forma objetificam a mulher sáfica. Mas esse é aquele mesmo velho problema dos feminismos (como desmistificar a sexualidade feminina sem acidentalmente (creio eu) objetificar as sáficas? )
      mas pelo menos temos alguma manifestação da música eletrônica (que nao tem espaco no brasil) trazendo feminismos e lesbianidades, pelo menos né.

      De qualquer modo , alguém já conhecia ela? esses clipes são velhos e eu não tava sabendo deles.

      Aliás, as letras e os clipes pra pra quem não sacou ainda são bem eróticos e “livres”(por falta de melhor palavra ).

      Batom vermelho – https://m.youtube.com/watch?v=gHn1ug-koIc
      A força da mulher sapatona – https://m.youtube.com/watch?v=PdDUBsodMN4
      Totalmente lésbica – https://m.youtube.com/watch?v=FRhcKy4s3HQ
      Não me defina – https://m.youtube.com/watch?v=HekQ_UqPTHE
      Desejar outra mulher – https://m.youtube.com/watch?v=8ERsXO6JepQ

      P. S. : nunca achei que a voz do Google Tradutor fosse de uma lésbica caminhoneira convicta e orgulhosa. Haha

      0
      #3949 Quote

      Tath
      • ed/eld/e
      • -/éli/e

      Admin

      Tópico movido para Comunidade > Identidades.

      you are stronger than you were this morning
      even if it does not feel this way
      and you will become stronger still
      strong enough to walk on your own

      0
      #3968 Quote

      Dani Camel
      • i/ile/e
      • o/ele/'

      Participante

      Eu conheço GA31 ja faz um tempo kk. Por meio da página da Marli, lembra, aquela da musica macumba pirata, suave peste negra, cachaça? Enfim, o projeto marli infelizmente acabou e acho que o canal e as musicas foram excluidas do youtube. Continuando, alguem comentou na página do facebook sobre, aí pesquisei e me apaixonei pela música “androgena”, lembro até de ter achado um tanto problemática pelo termo erroneo e desrespeitoso.
      (Andro-“géna”) Além da música não ter nada a ver com a identidade em si ou androginia (?). E sim com feminilidade,fantasias, moda, erotismo… Porém fã kk.Acho mesquinho ficar problematizando a queertronica/electroclash que sempre teve esse tom meio no sense, queer, erótico… De certa forma acaba representando tudo que é gente. Eu só queria entender o processo de criação e de onde $ es criadores tiram recursos pra tudo aquilo é.e

      Mas a cena electroclash é bem antiga, é um dos mais recentes e últimos manifestos do legado LGBTQIAP+ na música eletrônica (cultura Dj, discotecas, baladas, boate..). Então antes de GAB1, desde o início da cena (2000) já tivemos artista queer na cena como:
      NoPorn (brasileires)
      Peaches
      Le tigre
      TIGA
      Madonna (na era confessions por exemplo)
      Cansei de ser sexy
      BossInDrama (brasileiro)
      Wardolf
      Deize Tigrona
      Marli
      Las bibas from vizcaya (brasileires)
      Até lady gaga no álbum the fame (o álbum da GAB1 se chama Defame kk outro ponto do electroclash: humor)

      https://www.youtube.com/playlist?list=PLMKDZW2SFW2Ei2b5Ek92u3GYliBl9Xl3X

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      • Esta resposta foi modificada 3 meses, 3 semanas atrás por  Tath. Motivo: Respostas mescladas
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